Se eu não fosse a personagem principal, dificilmente acreditaria na história.
Passou-se, passa-se neste site onde pessoas de todos os sexos, credos, culturas, convicções, faixas etárias, sociais e etc., se podem cruzar.
Como qualquer domínio público da internet, tem regras impostas que, na globalidade, pretendem defender os bons costumes, proteger menores e um largo espectro de susceptibilidades adultas.
Nada a dizer. Não é louvável porque é obrigatório.
O que me deixa perplexa é o absurdo do que aqui tenho presenciado.
Uma visita rápida deixa-nos a ideia de que as pessoas que aqui abrem uma conta têm objectivos ao fazê-lo. Não pretendo explorar esse lado; também terei os meus.
Para se darem a conhecer, têm alguns instrumentos disponíveis: resposta a perguntas directas estereotipadas, publicação de vídeos, músicas, textos e imagens.
É aqui que pretendo chegar. À publicação de textos, mas sobretudo de imagens, e à gestão dessa publicação.
Parece que o patrão do site tem uns funcionários a que chamam “moderadores” e que são os responsáveis por tudo o que por cá se passa.
Eu propunha que esses funcionários se identificassem todos.
Prescindo das habilitações literárias, porque como professora, e com a idade que exibo, já tenho a obrigação de saber alguma coisa sobre esse assunto. Compreender-me-ão os que não precisam de certificados para mostrar o que valem (sabem os deuses como muitos serão obtidos, já pouco nos espanta, não é. Mas uma identificação com nome, rosto, idade, estado civil, profissão (se é “moderador” do Netlog também pagará impostos, ou são pides à borla? De dia e de noite? Se for o caso ... ). Uma coisa “à séria”. Porque é sobre coisas sérias que estou a escrever.
Explico-me. Acho que se eu soubesse quem é o/a “moderador(a)” que vigia o que publico, poderia entender e até, quem sabe, desculpar o comportamento de que já fui objecto por duas vezes.
Não podendo avaliar a(s) pessoa(s), tenho umas largas considerações a tecer sobre o assunto. A mais divertida é que me pode ter calhado uma “controleira” que me inveja o bom gosto das imagens que mostro. As outras coisas que me ocorrem sobre essa tenebrosa personagem, que é “forçosamente” feminina, também são engraçadas, mas não posso revelá-las aqui. Deixo-as ao cuidado da vossa imaginação... Aos textos não liga, dá muito trabalho entender aquilo...
A minha questão é que me passeio pelo site e vejo de tudo: corpos bem feitos, outros que talvez já o tenham sido e os que nunca o virão a ser; uns nus integrais de homens até ao limite do possível (ah, grande moderador/a que não bloqueou um que eu gosto de apreciar!). Mulheres jovens, e as muito pouco jovens, em trajos e poses que me inibo de adjectivar; homens em cuecas com a objectiva da máquina em grande plano apontada para um pénis exibicionista...
Eu não fico nem só um bocadinho incomodada com aquelas imagens; confesso que algumas são tão tristes que se tornam fellinianas, mas rir faz bem ao fígado...
Mas se toda aquela pornografia barata tem direito a existir, por que raio me bloqueiam e me exigem “compromissos de que não publique imagens impróprias” quando tudo o que mostro são imagens maiores da Arte...Todas devidamente identificadas! Até é didáctico...
Desta vez não me levaram nenhuma. Eu já estava à espera da grande investida do lápis azul (da primeira vez foram umas dez), mas deixaram-mas intactas... Terá sido sempre a mesma “controleira”, ou tive a sorte de ter alguém de bom gosto para a decisão final?...
Respondem-me que tenho direito a três imagens impróprias... Sabem o que me ocorre publicar?... Já que tenho direito...
Cada membro do site tem direito ao que cada vigilante entende ser próprio ou impróprio, e o/a que me calhou em sorte acha que o “Se eu não fosse a personagem principal, dificilmente acreditaria na história. Passou-se, passa-se neste site onde pessoas de todos os sexos, credos, culturas, convicções, faixas etárias, sociais e etc., se podem cruzar. Como qualquer domínio público da internet, tem regras impostas que, na globalidade, pretendem defender os bons costumes, proteger menores e um largo espectro de susceptibilidades adultas. Nada a dizer. Não é louvável porque é obrigatório. O que me deixa perplexa é o absurdo do que aqui tenho presenciado. Uma visita rápida deixa-nos a ideia de que as pessoas que aqui abrem uma conta têm objectivos ao fazê-lo. Não pretendo explorar esse lado; também terei os meus. Para se darem a conhecer, têm alguns instrumentos disponíveis: resposta a perguntas directas estereotipadas, publicação de vídeos, músicas, textos e imagens. É aqui que pretendo chegar. À publicação de textos, mas sobretudo de imagens, e à gestão dessa publicação. Parece que o patrão do site tem uns funcionários a que chamam “moderadores” e que são os responsáveis por tudo o que por cá se passa. Eu propunha que esses funcionários se identificassem todos. Prescindo das habilitações literárias, porque como professora, e com a idade que exibo, já tenho a obrigação de saber alguma coisa sobre esse assunto. Compreender-me-ão os que não precisam de certificados para mostrar o que valem (sabem os deuses como muitos serão obtidos, já pouco nos espanta, não é. Mas uma identificação com nome, rosto, idade, estado civil, profissão (se é “moderador” do Netlog também pagará impostos, ou são pides à borla? De dia e de noite? Se for o caso ... ). Uma coisa “à séria”. Porque é sobre coisas sérias que estou a escrever. Explico-me. Acho que se eu soubesse quem é o/a “moderador(a)” que vigia o que publico, poderia entender e até, quem sabe, desculpar o comportamento de que já fui objecto por duas vezes. Não podendo avaliar a(s) pessoa(s), tenho umas largas considerações a tecer sobre o assunto. A mais divertida é que me pode ter calhado uma “controleira” que me inveja o bom gosto das imagens que mostro. As outras coisas que me ocorrem sobre essa tenebrosa personagem, que é “forçosamente” feminina, também são engraçadas, mas não posso revelá-las aqui. Deixo-as ao cuidado da vossa imaginação... Aos textos não liga, dá muito trabalho entender aquilo... A minha questão é que me passeio pelo site e vejo de tudo: corpos bem feitos, outros que talvez já o tenham sido e os que nunca o virão a ser; uns nus integrais de homens até ao limite do possível (ah, grande moderador/a que não bloqueou um que eu gosto de apreciar!). Mulheres jovens, e as muito pouco jovens, em trajos e poses que me inibo de adjectivar; homens em cuecas com a objectiva da máquina em grande plano apontada para um pénis exibicionista... Eu não fico nem só um bocadinho incomodada com aquelas imagens; confesso que algumas são tão tristes que se tornam fellinianas, mas rir faz bem ao fígado... Mas se toda aquela pornografia barata tem direito a existir, por que raio me bloqueiam e me exigem “compromissos de que não publique imagens impróprias” quando tudo o que mostro são imagens maiores da Arte...Todas devidamente identificadas! Até é didáctico... Desta vez não me levaram nenhuma. Eu já estava à espera da grande investida do lápis azul (da primeira vez foram umas dez), mas deixaram-mas intactas... Terá sido sempre a mesma “controleira”, ou tive a sorte de ter alguém de bom gosto para a decisão final?... Respondem-me que tenho direito a três imagens impróprias... Sabem o que me ocorre publicar?... Já que tenho direito... Cada membro do site tem direito ao que cada vigilante entende ser próprio ou impróprio, e o/a que me calhou em sorte acha que o “Arlequim” do Almada Negreiros não pode ser visto, porque eu já tenho a minha conta de imagens que apelam ao erotismo... O Arlequim! Erótico!... Foi a última imagem que quis publicar e que me valeu o bloqueio do acesso à conta...O que diria o grande Ferruccio Soleri se ouvisse isto?... E Goldoni? E Marivaux?... A apreensão sobrevém quando constato que a pobreza intelectual desta jovem adulta democracia se tornou realidade vigente e sem retorno. Os que sobram, como diz o ditado, são poucos e bons, mas parece-me que já não passamos de uns bobos da corte... Fragmento ( amordaçado) Nota: Depois de uns quantos textos que li hoje, escritos hoje, este meu texto precisava de ser actualizado, mas reporto quem o ler para o título " Um Grito" aqui escrito em janeiro, e, quem quiser ser atento, verá que um dos quadros acabou por ser "exibido" uns dias mais tarde e a fotografia, bem gira, do Luiz Pacheco foi autorizada noutro perfil. não pode ser visto, porque eu já tenho a minha conta de imagens que apelam ao erotismo... O Arlequim! Erótico!... Foi a última imagem que quis publicar e que me valeu o bloqueio do acesso à conta...O que diria o grande Ferruccio Soleri se ouvisse isto?... E Goldoni? E Marivaux?...
A apreensão sobrevém quando constato que a pobreza intelectual desta jovem adulta democracia se tornou realidade vigente e sem retorno. Os que sobram, como diz o ditado, são poucos e bons, mas parece-me que já não passamos de uns bobos da corte...
Fragmento ( amordaçado)
Nota: Depois de uns quantos textos que li hoje, escritos hoje, este meu texto precisava de ser actualizado, mas reporto quem o ler para o título " Um Grito" aqui escrito em janeiro, e, quem quiser ser atento, verá que um dos quadros acabou por ser "exibido" uns dias mais tarde e a fotografia, bem gira, do Luiz Pacheco foi autorizada noutro perfil.

Passou-se, passa-se neste site onde pessoas de todos os sexos, credos, culturas, convicções, faixas etárias, sociais e etc., se podem cruzar.
Como qualquer domínio público da internet, tem regras impostas que, na globalidade, pretendem defender os bons costumes, proteger menores e um largo espectro de susceptibilidades adultas.
Nada a dizer. Não é louvável porque é obrigatório.
O que me deixa perplexa é o absurdo do que aqui tenho presenciado.
Uma visita rápida deixa-nos a ideia de que as pessoas que aqui abrem uma conta têm objectivos ao fazê-lo. Não pretendo explorar esse lado; também terei os meus.
Para se darem a conhecer, têm alguns instrumentos disponíveis: resposta a perguntas directas estereotipadas, publicação de vídeos, músicas, textos e imagens.
É aqui que pretendo chegar. À publicação de textos, mas sobretudo de imagens, e à gestão dessa publicação.
Parece que o patrão do site tem uns funcionários a que chamam “moderadores” e que são os responsáveis por tudo o que por cá se passa.
Eu propunha que esses funcionários se identificassem todos.
Prescindo das habilitações literárias, porque como professora, e com a idade que exibo, já tenho a obrigação de saber alguma coisa sobre esse assunto. Compreender-me-ão os que não precisam de certificados para mostrar o que valem (sabem os deuses como muitos serão obtidos, já pouco nos espanta, não é. Mas uma identificação com nome, rosto, idade, estado civil, profissão (se é “moderador” do Netlog também pagará impostos, ou são pides à borla? De dia e de noite? Se for o caso ... ). Uma coisa “à séria”. Porque é sobre coisas sérias que estou a escrever.
Explico-me. Acho que se eu soubesse quem é o/a “moderador(a)” que vigia o que publico, poderia entender e até, quem sabe, desculpar o comportamento de que já fui objecto por duas vezes.
Não podendo avaliar a(s) pessoa(s), tenho umas largas considerações a tecer sobre o assunto. A mais divertida é que me pode ter calhado uma “controleira” que me inveja o bom gosto das imagens que mostro. As outras coisas que me ocorrem sobre essa tenebrosa personagem, que é “forçosamente” feminina, também são engraçadas, mas não posso revelá-las aqui. Deixo-as ao cuidado da vossa imaginação... Aos textos não liga, dá muito trabalho entender aquilo...
A minha questão é que me passeio pelo site e vejo de tudo: corpos bem feitos, outros que talvez já o tenham sido e os que nunca o virão a ser; uns nus integrais de homens até ao limite do possível (ah, grande moderador/a que não bloqueou um que eu gosto de apreciar!). Mulheres jovens, e as muito pouco jovens, em trajos e poses que me inibo de adjectivar; homens em cuecas com a objectiva da máquina em grande plano apontada para um pénis exibicionista...
Eu não fico nem só um bocadinho incomodada com aquelas imagens; confesso que algumas são tão tristes que se tornam fellinianas, mas rir faz bem ao fígado...
Mas se toda aquela pornografia barata tem direito a existir, por que raio me bloqueiam e me exigem “compromissos de que não publique imagens impróprias” quando tudo o que mostro são imagens maiores da Arte...Todas devidamente identificadas! Até é didáctico...
Desta vez não me levaram nenhuma. Eu já estava à espera da grande investida do lápis azul (da primeira vez foram umas dez), mas deixaram-mas intactas... Terá sido sempre a mesma “controleira”, ou tive a sorte de ter alguém de bom gosto para a decisão final?...
Respondem-me que tenho direito a três imagens impróprias... Sabem o que me ocorre publicar?... Já que tenho direito...
Cada membro do site tem direito ao que cada vigilante entende ser próprio ou impróprio, e o/a que me calhou em sorte acha que o “Se eu não fosse a personagem principal, dificilmente acreditaria na história. Passou-se, passa-se neste site onde pessoas de todos os sexos, credos, culturas, convicções, faixas etárias, sociais e etc., se podem cruzar. Como qualquer domínio público da internet, tem regras impostas que, na globalidade, pretendem defender os bons costumes, proteger menores e um largo espectro de susceptibilidades adultas. Nada a dizer. Não é louvável porque é obrigatório. O que me deixa perplexa é o absurdo do que aqui tenho presenciado. Uma visita rápida deixa-nos a ideia de que as pessoas que aqui abrem uma conta têm objectivos ao fazê-lo. Não pretendo explorar esse lado; também terei os meus. Para se darem a conhecer, têm alguns instrumentos disponíveis: resposta a perguntas directas estereotipadas, publicação de vídeos, músicas, textos e imagens. É aqui que pretendo chegar. À publicação de textos, mas sobretudo de imagens, e à gestão dessa publicação. Parece que o patrão do site tem uns funcionários a que chamam “moderadores” e que são os responsáveis por tudo o que por cá se passa. Eu propunha que esses funcionários se identificassem todos. Prescindo das habilitações literárias, porque como professora, e com a idade que exibo, já tenho a obrigação de saber alguma coisa sobre esse assunto. Compreender-me-ão os que não precisam de certificados para mostrar o que valem (sabem os deuses como muitos serão obtidos, já pouco nos espanta, não é. Mas uma identificação com nome, rosto, idade, estado civil, profissão (se é “moderador” do Netlog também pagará impostos, ou são pides à borla? De dia e de noite? Se for o caso ... ). Uma coisa “à séria”. Porque é sobre coisas sérias que estou a escrever. Explico-me. Acho que se eu soubesse quem é o/a “moderador(a)” que vigia o que publico, poderia entender e até, quem sabe, desculpar o comportamento de que já fui objecto por duas vezes. Não podendo avaliar a(s) pessoa(s), tenho umas largas considerações a tecer sobre o assunto. A mais divertida é que me pode ter calhado uma “controleira” que me inveja o bom gosto das imagens que mostro. As outras coisas que me ocorrem sobre essa tenebrosa personagem, que é “forçosamente” feminina, também são engraçadas, mas não posso revelá-las aqui. Deixo-as ao cuidado da vossa imaginação... Aos textos não liga, dá muito trabalho entender aquilo... A minha questão é que me passeio pelo site e vejo de tudo: corpos bem feitos, outros que talvez já o tenham sido e os que nunca o virão a ser; uns nus integrais de homens até ao limite do possível (ah, grande moderador/a que não bloqueou um que eu gosto de apreciar!). Mulheres jovens, e as muito pouco jovens, em trajos e poses que me inibo de adjectivar; homens em cuecas com a objectiva da máquina em grande plano apontada para um pénis exibicionista... Eu não fico nem só um bocadinho incomodada com aquelas imagens; confesso que algumas são tão tristes que se tornam fellinianas, mas rir faz bem ao fígado... Mas se toda aquela pornografia barata tem direito a existir, por que raio me bloqueiam e me exigem “compromissos de que não publique imagens impróprias” quando tudo o que mostro são imagens maiores da Arte...Todas devidamente identificadas! Até é didáctico... Desta vez não me levaram nenhuma. Eu já estava à espera da grande investida do lápis azul (da primeira vez foram umas dez), mas deixaram-mas intactas... Terá sido sempre a mesma “controleira”, ou tive a sorte de ter alguém de bom gosto para a decisão final?... Respondem-me que tenho direito a três imagens impróprias... Sabem o que me ocorre publicar?... Já que tenho direito... Cada membro do site tem direito ao que cada vigilante entende ser próprio ou impróprio, e o/a que me calhou em sorte acha que o “Arlequim” do Almada Negreiros não pode ser visto, porque eu já tenho a minha conta de imagens que apelam ao erotismo... O Arlequim! Erótico!... Foi a última imagem que quis publicar e que me valeu o bloqueio do acesso à conta...O que diria o grande Ferruccio Soleri se ouvisse isto?... E Goldoni? E Marivaux?... A apreensão sobrevém quando constato que a pobreza intelectual desta jovem adulta democracia se tornou realidade vigente e sem retorno. Os que sobram, como diz o ditado, são poucos e bons, mas parece-me que já não passamos de uns bobos da corte... Fragmento ( amordaçado) Nota: Depois de uns quantos textos que li hoje, escritos hoje, este meu texto precisava de ser actualizado, mas reporto quem o ler para o título " Um Grito" aqui escrito em janeiro, e, quem quiser ser atento, verá que um dos quadros acabou por ser "exibido" uns dias mais tarde e a fotografia, bem gira, do Luiz Pacheco foi autorizada noutro perfil. não pode ser visto, porque eu já tenho a minha conta de imagens que apelam ao erotismo... O Arlequim! Erótico!... Foi a última imagem que quis publicar e que me valeu o bloqueio do acesso à conta...O que diria o grande Ferruccio Soleri se ouvisse isto?... E Goldoni? E Marivaux?...
A apreensão sobrevém quando constato que a pobreza intelectual desta jovem adulta democracia se tornou realidade vigente e sem retorno. Os que sobram, como diz o ditado, são poucos e bons, mas parece-me que já não passamos de uns bobos da corte...
Fragmento ( amordaçado)
Nota: Depois de uns quantos textos que li hoje, escritos hoje, este meu texto precisava de ser actualizado, mas reporto quem o ler para o título " Um Grito" aqui escrito em janeiro, e, quem quiser ser atento, verá que um dos quadros acabou por ser "exibido" uns dias mais tarde e a fotografia, bem gira, do Luiz Pacheco foi autorizada noutro perfil.

Arlequim” do José de Almada Negreiros

Andy





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