As palavras que te dou, são fieis como a minha loucura...
0 CommentsPublished by Andy on terça-feira, 22 de abril de 2008 at 18:56.
As palavras que te dou, são fiéis como a minha própria loucura... Não consigo encontrar as letras adequadas, elas atropelam-se de loucas que são para conseguir devolver-te a emoção que senti. Sei que elas transmitem um desejo encapuçado pela forma como se apresentam, ingénuas na sua inocência, mas sabidas na sedução dessa sua loucura, e tudo se tem desenrolado entre os dois pólos que nos separam neste cativar constante seduzido pelas palavras cujas emoções se despem já vencidas. E apesar de não saber nada ou quase nada de ti, a tua idade, os teus olhos, se és solteira ou casada, se és bonita ou feia nova ou assim-assim, rsss... Mesmo assim, assalta-me um desejo desenfreado de desejar-te abraçar, de tocar-te na tua pele e sufocar-te com beijos... Ao ler-te, sinto que tudo está por se definir são quase indecifráveis as letras que bailam nos meus olhos, mas tudo está em aberto na janela da emoções que chego a sentir medo de ti por julgar que a paixão se desenrolaria de forma descontrolada onde o sonho não caberia no infinito...
Seduzida pela veemência entranhada na pele, onde o desejo dos beijos a boca quer abraçar… E desapareceu-lhe a inocência no abismo do amor… Mas é no entusiasmo da paixão que sente o vento, a segredar-lhe baixinho ao ouvido: Cativa-me!
Sinto-te menina mas também te sinto mulher, sinto quando estás tristes apesar dos teus largos sorrisos. E se eu conseguisse por meio de alguma forma mágica abafar os teus dias negros numa claridade imensa, não hesitaria em transformar todos os sonhos numa só realidade. A lua seria certamente a única testemunha dos nossos beijos... E o dia seguinte se esqueceria de todas as suas contradições. Mas não sei, se quereria esse dia seguinte por não suportar o nosso afastamento que ainda nunca nos juntou nem lhes dissemos adeus.
Não posso, e não devo sufocar o sonho com interrogações que me mostram uma realidade da qual não pretendo entender por ser demasiado surrealista... Aguardo apenas, dentro de uma aparente serenidade disfarçada cativar-te sem o querer porque tudo me parece sair natural. Porém, é óbvio quando é a paixão que puxa os cordelinhos e nos põe a dançar como duas marionetas, neste plateau de emoções, e da qual a sensação se altera em metamorfose estendendo-se como se sentíssemos a pele a descolar-se transformando-nos simplesmente a linguagem do corpo, mas que não a entendemos, apenas sentimos. Aí, cedemos vencidos à nova pele, e o nosso encontro é inevitável. Ao não acontecer… Espero por ti.

Seduzida pela veemência entranhada na pele, onde o desejo dos beijos a boca quer abraçar… E desapareceu-lhe a inocência no abismo do amor… Mas é no entusiasmo da paixão que sente o vento, a segredar-lhe baixinho ao ouvido: Cativa-me!
Sinto-te menina mas também te sinto mulher, sinto quando estás tristes apesar dos teus largos sorrisos. E se eu conseguisse por meio de alguma forma mágica abafar os teus dias negros numa claridade imensa, não hesitaria em transformar todos os sonhos numa só realidade. A lua seria certamente a única testemunha dos nossos beijos... E o dia seguinte se esqueceria de todas as suas contradições. Mas não sei, se quereria esse dia seguinte por não suportar o nosso afastamento que ainda nunca nos juntou nem lhes dissemos adeus.
Não posso, e não devo sufocar o sonho com interrogações que me mostram uma realidade da qual não pretendo entender por ser demasiado surrealista... Aguardo apenas, dentro de uma aparente serenidade disfarçada cativar-te sem o querer porque tudo me parece sair natural. Porém, é óbvio quando é a paixão que puxa os cordelinhos e nos põe a dançar como duas marionetas, neste plateau de emoções, e da qual a sensação se altera em metamorfose estendendo-se como se sentíssemos a pele a descolar-se transformando-nos simplesmente a linguagem do corpo, mas que não a entendemos, apenas sentimos. Aí, cedemos vencidos à nova pele, e o nosso encontro é inevitável. Ao não acontecer… Espero por ti.


Andy





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