Published by Rosa
on segunda-feira, 24 de novembro de 2008 at 09:55. 

Às vezes a gente não sabe bem se nos batem à porta por engano, por acaso, ou porque sim. A maior parte das vezes, quando espreitamos pela fresta e não conhecemos quem bate, voltamos para dentro nas pontas dos pés e fingimos que não estamos em casa. Outras vezes, em dias mais ousados, digamos assim, se ao espreitar gostamos do que vimos, abrimos a porta, que isto de passar a vida a bater com a porta na cara das pessoas não nos há-de levar muito longe.
Eu abri a porta. Devagarinho, a ver o que lá vem. Depois, sem perceber muito bem porque foi à minha porta que bateram, fiquei à espera de mais instruções. Enquanto espero, faço um chá, que os dias vão frios e perante qualquer coisa que se beba, sempre as línguas se soltaram.
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